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Superação: mulher agredida com mais de 60 socos mostra como ficou seu rosto após cirurgia

Juliana Garcia surpreendeu ao exibir o resultado da cirurgia realizada após grave agressão em elevador.

O dia 28 de julho de 2025 ficou marcado por um ato de violência extrema em Natal (RN). Igor Cabral foi preso após agredir brutalmente sua ex-namorada, Juliana Garcia, dentro do elevador de um condomínio localizado próximo à praia de Ponta Negra.

O ataque, registrado pelas câmeras de segurança do prédio, mostra os instantes anteriores à agressão: Juliana e Igor discutem antes de a porta do elevador se fechar. Em seguida, o agressor parte para cima da vítima e desfere mais de 60 socos contra o rosto e a cabeça da mulher.

Juliana Garcia mostra resultado da cirurgia após agressão
Juliana sofreu lesões gravíssimas, incluindo a fratura do maxilar, e precisou passar por uma cirurgia de reconstrução facial. Por dias, permaneceu afastada das redes sociais, mas, em 8 de agosto, fez sua primeira aparição pública para relatar seu estado de saúde e mostrar como estava após o ataque.

As imagens revelaram hematomas, inchaço e suturas. Em seu relato, a vítima contou que está realizando sessões de laserterapia, tratamento indicado para reduzir edemas e inflamações, acelerando a recuperação no período pós-operatório.

Ela também revelou que, durante o ataque, Igor manifestou a intenção de matá-la. Como não conseguia falar devido à fratura no maxilar, Juliana escreveu em um papel para relatar a tentativa de feminicídio.

Delegada fala sobre investigação
A delegada Victória Lisboa está à frente do caso e segue colhendo provas. Segundo ela, a discussão que culminou na agressão começou horas antes, durante um churrasco com amigos.

Igor Cabral permanece preso e deve responder por tentativa de feminicídio, lesão corporal grave e outros crimes correlatos.

Superação e apoio
Juliana Garcia segue em recuperação, cercada pelo apoio da família, de amigos e de milhares de internautas que se mobilizaram em campanhas virtuais de solidariedade. Sua coragem em expor as marcas da violência foi vista como um ato de resistência e inspiração para outras mulheres vítimas de agressão.

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